Quinta-feira, 19 de Junho de 2008
A beleza importa?

 

 

Cruzei-me com a Ana Borges, da Elite Model, ontem ao fim da tarde na tenda branca montada em frente do Museu da Electricidade, onde havia uma festa de lançamento de que hei-de falar e publicar imagens durante o fim-de-semana.

 

Hoje é dia de jogo e de nervos e não apetece desperdiçar temas. O futebol ocupa a cabeça e é uma espécie de pensamento único, que consome e abstrai. Para quem torce pela Selecção, todas as horas do dia são geridas em função da hora do jogo, não há volta a dar. Há muito poucos assuntos que interessem para além do futebol. Falar sobre a beleza talvez seja uma hipótese mas, mesmo assim, não tenho nada a certeza.

 

Em todo o caso e porque a Ana Borges vive de gerir a sua própria beleza e a beleza dos outros, a conversa evoluiu naturalmente por esse caminho. Ser bonito importa e faz diferença, mas nem sempre no sentido positivo. Esta é a convicção de Ana Borges, que fala de um verso e um reverso-perverso desta medalha social que é a beleza.

 

Há estudos científicos que provam que todos somos vulneráveis à beleza e que o nosso olhar é sempre mais benevolente quando estamos perante alguém muito belo. Mesmo quando este alguém não é grande pessoa nem revela a menor nobreza de caracter, note-se. A inclinação para cometer esta injustiça vem do berço, aliás, pois estes mesmos estudos dizem que os bebés mais bonitos recebem mais mimos e atenções do que os menos bonitos. Não há direito.

 

Ana Borges garante, no entanto, que quando se trata de raparigas e rapazes ou mulheres e homens muito bonitos, as coisas nem sempre são assim tão fáceis pois são assediados de muitas maneiras e é extraordinariamente difícil lidar com a pressão social e psicológica. Em resumo, ser muito bonito pode ser sorte mas também pode ser azar. E pronto. Até acabar o jogo não escrevo nem mais uma linha.

 

P.S.: Só mais esta linha para sublinhar que os sublinhados hoje são a encarnado e verde, para dar sorte!

 

 

publicado por Laurinda Alves às 07:00
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2007
Sobre a mentira
 
“Sou incapaz de mentir!”
Na verdade, todos conhecemos alguém capaz de dizer esta frase extraordinária. E todos sabemos que esta é apenas a primeira mentira sobre a qual assentam muitas mais.
Por esta e por outras, Claudine Biland, psicóloga francesa escreveu um livro que abre alguns caminhos seguros entre os mil labirintos tentadores de falsidades e meias verdades que existem em nós.
Biland explora este universo íntimo da mentira sob todos os ângulos e é apaixonante descobrir algumas das nossas armadilhas interiores. Da pequena mentirola dita entre amigos à “hipocrisia maquiavélica de alguns políticos” (as palavras não são minhas, note-se), a psicóloga identifica e analisa todos os tipos de mentiras. Eloquente e precisa, Claudine Biland ajuda a perceber porque é que uns mentem mais que outros e mostra como é possível ‘cheirar’ um mentiroso à distância.
O livro tem como título “Psychologie du Menteur”, foi editado pela Odile Jacob e, que eu saiba, não está traduzido para português. Lê-se facilmente e a boa notícia para aqueles que têm mais dificuldade em mentir é que ficam ainda mais tranquilos com a sua verdade.
publicado por Laurinda Alves às 20:26
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