Domingo, 27 de Fevereiro de 2011
Os meus colegas de turma, neste fim-de-semana

 

Eis a 'fotografia de família' do grupo que se juntou na Praia Grande para frequentar um curso a partir das Lições Inacianas de Liderança, orientado por Hermínio Rico, jesuíta, Miguel Villa de Freitas e Isabel Diz, formadores especializados em matérias de liderança e motivação. É impossível resumir aqui a fabulosa diversidade e riqueza de cada um destes meus 'colegas', todos eles líderes nos seus universos profissionais, a gerir pessoas e projectos em realidades mais ou menos adversas. Foram quase três dias de aprofundamento de temas associados à liderança e, pensando bem, talvez afinal possa resumir numa frase tudo aquilo que ouvimos aqui e foi discutido ontem à noite, ao serão, depois de termos visto um filme extraordinárioe muito interpelador: "não se trata de querer ser o melhor líder do mundo, mas o melhor líder para o mundo!". A distância é abissal e faz toda a diferença. Ser o melhor para o mundo é aquilo que todos os líderes deveriam querer ser, pois só apostando em construir com os outros é possível transformar o mundo e contribuir para o deixar melhor do que o encontrámos.

publicado por Laurinda Alves às 14:28
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Domingo, 15 de Novembro de 2009
A caminho do INSEAD em Fontainebleau

 

De hoje até ao fim da semana vou estar aqui no INSEAD de Fontainebleau (na imagem de cima à esquerda, pois a imagem da direita é do INSEAD de Singapura) a fazer um curso intensivo sobre empreendedorismo social. Pertenço a uma rede de empreendedores sociais e tenho aprendido muito com a lógica destes agentes de transformação social. Muhammad Yunus, Nobel da Paz, é o empreendedor social mais conhecido (e reconhecido) do mundo mas não é o único. Numa escala porventura menos célebre mas igualmente importante, há legiões de homens e mulheres com iniciativas empresariais que transformam o mundo e fazem com que seja um lugar melhor para viver. A lógica de um empreendedor social traduz-se na frase "Act Local, Think Global" e o lucro destes empresários mede-se mais pela quantidade de pessoas que os seus projectos apoiam, do que pelo lucro financeiro que geram. Ou seja, tem que haver dinheiro para investir nos projectos e nas pessoas, claro, mas sempre numa lógica de responsabilidade social e desenvolvimento sustentável. Todos os bons exemplos de empreendedorismo social devem poder replicar-se em qualquer parte do mundo. Estou radiante por poder frequentar o ISEP e estou infinitamente grata à vida por este curso surgir neste timing da minha carreira profissional. Acreditem que parto esta madrugada com a certeza de que a semana vai ser radicalmente marcante na minha vida. Ainda não sei como será a gestão dos horários mas espero poder dar notícias todos os dias. Vários amigos meus que frequentaram o INSEAD dizem que se aprende mais numa semana aqui do que em muitas outras universidades ao longo de um ano. Conto com isso!  

 

 

publicado por Laurinda Alves às 06:00
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