Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011
Parabéns pela condecoração, Leonor Silveira!

 

Leonor Silveira, a actriz preferida de Manoel de Oliveira, recebeu hoje o Grau de Cavaleiro da Ordem das Artes e Letras de França numa cerimónia protocolar na embaixada francesa, em Lisboa. Tal como dizem as notícias do dia, "a condecoração corresponde a uma das mais altas distinções honoríficas da República Francesa e homenageia personalidades que se destacaram pela sua contribuição na difusão da cultura portuguesa em França. Antes de Leonor Silveira, esta condecoração foi atribuída ao escritor António Lobo Antunes, ao encenador Joaquim Benite, à actriz Maria de Medeiros e às fadistas Mísia e Mariza". Encontrei a Leonor esta tarde e pedi-lhe para me deixar tirar uma fotografia. Aliás, duas. Aqui ficam, com os meus parabéns. Gosto muito da Leonor como pessoa e como actriz. Sinto um enorme orgulho por ela ser portuguesa e nos representar sempre tão bem. Grande pinta!

 

publicado por Laurinda Alves às 18:27
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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009
O Miguel Guilherme não gosta do bigode

 

Entrevistei o Miguel Guilherme, actor, para o jornal i e foi uma conversa muito profunda e, ao mesmo tempo, divertida. Eu e o Miguel e ficamos amigos na Universidade porque fizemos o primeiro ano juntos. Como actor é, sem margem de dúvidas, um dos melhores. Como pessoa não sou suficientemente imparcial para o avaliar porque gosto muito, muito dele. Comecei por lhe perguntar se gostava de se ver com bigode e ele disse que detesta mas não tem alternativa enquanto não terminar as gravações da série Conta-me Como Foi, onde faz o papel de António e contracena com a Rita Blanco.

 

P.S.: As entrevistas que gravei ao longo do mês de Julho começam a ser publicadas já no próximo sábado. Que emoção! Uma por dia, todos os dias, de 1 a 31. Os domingos são a excepção porque é o único dia em que o jornal i não sai. Na edição de hoje já há um teaser das entrevistas, com fotografias dos primeiros sete entrevistados mas infelizmente uma delas está errada. Embora não tenha tido culpa, peço desculpa ao Ricardo Melo Gouveia que tem apenas 17 anos mas já é o campeão nacional absoluto de golfe.

 

publicado por Laurinda Alves às 13:45
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Quarta-feira, 4 de Março de 2009
Amor, amor, amor. Teatro em casa!

 

Uma cadeira no meio da sala, uma mesa ao canto e um cabide

de madeira ao alto, encostado à janela do fundo. Eis o palco de

uma peça de tratro ao domicílio, mais os seus adereços de cena.

 

 

Raul de Orofino apresenta os seus espectáculos em casa

das pessoas, nas empresas e também nos lugares onde

se faz teatro mais convencional, por assim dizer. Desta vez

assisti a uma espécie de peça de fusão de várias das suas

peças, em casa de um amigo que fazia anos e teve o gesto

e a generosidade de nos oferecer este presente tão especial. 

 

 

Acompanho o trabalho de Raul de Orofino há muitos anos e

tenho assistido a várias peças que ele próprio escreveu para

representar. Sou completamente parcial na avaliação do seu

trabalho porque gosto muito dele como actor, e dou imenso

valor a este tipo de teatro transformador, por assim dizer. Falo

de uma escrita, uma encenação e uma performance que nos

interpelam pela forma e pelo conteúdo. Não se fica indiferente. 

 

 

Os temas de Raul de Orofino são sempre o amor, as relações

a diferença dos outros e a maneira como vivemos tudo isto. Os

quadros que ele faz estão premanentemente trespassados de

amor e humor e, por vezes, a sua intensidade e a sua verdade

incomodam quem assiste. Desinstala-nos do conforto de um

sofá e faz-nos sentir que mais do que uma plateia que assiste,

somos parte integrante da peça de teatro. No fim, o actor fica

disponível para conversar com os presentes e isso também é

muito interessante e abre a possibilidade de completar certos

actos que de alguma forma ficam em aberto na representação.

Muito bom, este estilo. Muito inovador até no sentido de obrigar

a parar e a avaliar os nossos preconceitos. Parabéns ao Raul!

E obrigada ao Pedro por nos juntar em casa nesta dupla festa. 

publicado por Laurinda Alves às 14:37
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Quarta-feira, 9 de Julho de 2008
Os preconceitos, segundo Ricardo Pereira

 

 

Ricardo Pereira, actor, numa entrevista acima de tudo sincera. Ricardo acabou de fazer de namorado-apaixonado de uma rapariga muito gorda, que é rejeitado socialmente pelos pares e amigos por isso mesmo: por se ter apaixonado pela Gorda.

 

A peça esteve em cena no teatro Villaret e foi um sucesso de bilheteira. Mais do que ter esgotado quase todas as noites, deixou as sucessivas plateias a pensar nos estigmas, nos preconceitos, naqueles que são socialmente excluídos por serem de alguma forma diferentes.

 

A Gorda obrigou o próprio Ricardo a confrontar-se com os seus próprios preconceitos e é com sinceridade que o actor assume os seus limites.

Ricardo Pereira está de partida para o Brasil onde vai morar e trabalhar no próximo ano. Aos 28 anos tem uma carreira notável e uma projecção admirável num país onde há milhares de bons actores. Vai-lhe fazer bem voltar ao Brasil, onde já fez cinema e agora vai gravar a sua quarta novela, mas também vai fazer falta ao público português. 

 

 

publicado por Laurinda Alves às 01:03
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