Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2010
Hoje volto a Braga, à 100ª Página

 

Vou apanhar o Alfa da tarde para Braga, de forma a chegar a tempo de apresentar o novo livro de fotografias de Manuel Correia. Por enquanto não tenho imagens dele, nem do livro, nem da livraria 100ª Página, que é linda de cinema, e sobre a qual já escrevi algumas vezes. Mas logo que as tenha substituo esta, que serve apenas de ícone enquanto me preparo para o caminho. Adoro este sol de Inverno que, como diz a Concha, não aquece nada mas ilumina tudo. E adoro ir por aí acima de comboio com os meus headphones e a minha música, a ver o filme da paisagem através das janelas. Tudo o que me apetece hoje é rever a Maria Rufino e o Manuel Correia e estar com eles na 100ª Página pelas melhores razões. Mal posso esperar para apresentar o livro dele, porque me fascina o seu olhar e gosto muito das suas fotografias. Quem estiver por Braga às 7 da tarde é muito bem vindo à livraria!

publicado por Laurinda Alves às 12:34
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Segunda-feira, 13 de Dezembro de 2010
Fazemos todos anos em Dezembro!

 

Volto às fotografias que a Mariana Sabido tirou à nossa família numa tarde muito divertida, cheia de abraços, cumplicidades e gargalhadas, para dar os parabéns ao meu irmão Mané, que faz hoje anos. Nascemos os quatro em Dezembro e, por isso, este mês é uma alegria permanente e uma festa sem fim. Parabéns queridos pais!

 

publicado por Laurinda Alves às 00:28
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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010
Amigos que alimentam os amigos

 

Obrigada a todos os que me escrevem e telefonam para dar os parabéns. E obrigada aos amigos que cozinharam o jantar maravilhoso de ontem e me fizeram a festa mais divertida e mais animada que podia ter!

P.S.: esta imagem foi tirada à sobremesa de um almoço especial, noutro dia. Não teve a ver com os meus anos, mas uso-a por vir das mãos de alguém que também sabe o valor que têm os amigos que alimentam outros amigos.

publicado por Laurinda Alves às 11:19
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Quarta-feira, 3 de Novembro de 2010
Pai

 

Parabéns, pai. Falta um ano para celebrarmos os seus oitenta, grande pinta. Uso o seu computador, em sua casa, às escondidas para deixar aqui uma fotografia nossa já com quase dois anos (foi a única que encontrei aqui sem ter que lhe pedir outras, para não me denunciar). Obrigada hoje e sempre pelo seu exemplo, pela sua integridade, pela sua bondade, pela sua atitude, pelo seu amor sem limites, pela sua disponibilidade e pelo humor sempre tão presente. Posso viver cem anos que nunca esquecerei cada um dos seus gestos queridos ao longo destes nossos anos em família.

publicado por Laurinda Alves às 00:01
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Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010
Encontros e surpresas felizes

 

Adoro observar as mãos e os gestos dos outros, e fascinam-me particularmente as mãos dos artistas e escritores. Ontem encontrei por acaso o arquitecto Eduardo Souto Moura perto de minha casa. Estava sentado a fumar o seu cigarro de fim de tarde, antes de ir para a cerimónia de homenagem que um grupo alargado de arquitectos e personalidades mais ou menos públicas decidiu prestar a Nuno Teotónio Pereira. Sentei-me com ele à conversa um quarto de hora, tempo mais que suficiente para o ouvir dar as suas gargalhadas e contar algumas pequenas histórias.

 

 

Perguntei-lhe se podia fotografar as suas mãos e ele disse que sim, sem nenhuma hesitação e confessou-me que também tem fascínio pelas mãos dos outros. Achei graça ao facto de ele desenhar a sua própria agenda mensal num caderninho preto igual aos que Le Corbusier usava no bolso do casaco. Souto Moura usa-o no bolso de trás das calças, coisa que lha dá um ar boyish.

 

 

Contou-me coisas sobre a sua mãe, que tem noventa anos, e a avaliar pelas histórias do filho conserva uma lucidez e um sentido de humor invulgares. Despedi-me e desci para o Chiado a correr porque eu própria tinha onde estar às 7h da tarde. Mais à frente encontrei grande parte da minha antiga família, todas as cunhadas e cunhado (estes são os laços que nunca se desfazem), com a surpresa feliz de terem acabado de receber o primeiro exemplar do maravilhoso volume da Obra Poética de Sophia que está prestes a ser lançado. Uma beleza! Adoro estes encontros felizes e estas surpresas inesperadas e comoventes.

 

publicado por Laurinda Alves às 15:49
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Domingo, 26 de Setembro de 2010
Acrobacias de miúdas

 

publicado por Laurinda Alves às 20:41
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Acrobacias de miúdos

 

 

publicado por Laurinda Alves às 20:40
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Pequenas amazonas

 

publicado por Laurinda Alves às 20:28
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Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010
Serralves já com sol de Outono

 

Gosto muito desta instalação de Dan Graham, artista plástico norte-americano, que está nos jardins de Serralves desde o ciclo de exposições "Sobre, Em Volta, Dentro da Paisagem".

 

 

Nestes dias de sol de Outono, mas ainda quente, os jardins de Serralves ficam uma beleza. Apetece andar por ali e foi o que fizemos. Primeiro, um brunch no restaurante do Museu de Arte Contemporânea, depois um passeio demorado pelas alamedas de castanheiros.

 

 

Serralves é sempre um acontecimento. Temos a sorte de ter a Gulbenkian em Lisboa, mas adoro ir a Serralves.

 

 

Em baixo, um dos dois portais de ferro do escultor Richard Serra. Não é a sua obra mais extraordinária nem mais eloquente do seu percurso, mas não deixa de ser uma presença marcante nos jardins.

 

 

Eis parte do grupo de amigos que hoje se juntou à volta da mesa em Serralves. Que saudades que eu já tinha do Camilo, do Bento, da Carmo, da Clô, do Afonso, da Susana e dos miúdos, que hoje andaram sempre radiantes à nossa volta (ou à nossa frente) em brincadeiras e cambalhotas. Foi um domingo de sonho, depois de um sábado de festa e celebração de um casamento de dois grandes amigos. Maravilha!

 

publicado por Laurinda Alves às 00:42
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Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010
À sombra de um alpendre de sonho

 

 

 

Debaixo deste alpendre vivemos neste fim-de-semana momentos de grande tranquilidade e cumplicidade. Fui com a minha mãe para a casa de Verão de dois bons amigos e por ali ficámos num tempo sem tempo. Ou, como gosto de dizer (porque é o que sinto!), num tempo de eternidade. Neste alpendre de sonho lemos horas a fio, tivemos longas conversas, ouvimos as cigarras a cantar com toda a garra e todas ao mesmo tempo, e colhemos buganvílias de com flores de duas cores.

 

 

Não há nada melhor nem mais descansativo do que sentirmo-nos verdadeiramente em casa dos amigos. Nesta sem-cerimónia própria de quem se conhece e reconhece no essencial, os silêncios nunca pesam e todas as conversas apetecem. Obrigada Margarida e obrigada Antrónio. Adorámos estar aí convosco!

 

publicado por Laurinda Alves às 13:13
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