
Hoje não há nada que me possa tirar a alegria. Mesmo que seja por pouco tempo, sabe-me pela vida retomar certas rotinas. Maravilha!
De Adriana a 20 de Janeiro de 2012 às 02:20
Olá, Laurinda
Como eu a compreendo!
Eu estou no processo inverso: estou a "queimar os últimos cartuchos", pois vou ficar longe (mesmo muito longe!) do meu filho, durante seis meses.
Embora saibamos que é muito bom para a construção das suas vidas... não deixa de doer!!!
Fico feliz pela sua/vossa alegria.
Beijinho, Adriana
Querida Adriana, nem sei se é de dor que falamos, mas é seguramente de uma combinação de sentimentos que nos interpelam, perturbam e criam alguma estranheza. Por um lado foi para esta autonomia, esta liberdade-com-responsabillidade que educámos os nossos filhos, mas por outro quando vão para longe (e em especial, para muito longe, como é o caso do seu filho) ficamos cheios de perguntas e de vontade de saber se estão bem e qual o nosso papel, para não sermos invasivos, mas continuarmos próximos, atentos e disponíveis. Espero que corra tudo pelo melhor! Um abraço cúmplice
De Adriana a 20 de Janeiro de 2012 às 02:21
Olá, Laurinda
Como eu a compreendo!
Eu estou no processo inverso: estou a "queimar os últimos cartuchos", pois vou ficar longe (mesmo muito longe!) do meu filho, durante seis meses.
Embora saibamos que é muito bom para a construção das suas vidas... não deixa de doer!!!
Fico feliz pela sua/vossa alegria.
Beijinho, Adriana
De eulália a 20 de Janeiro de 2012 às 08:31
Como eu a compreendo!
Beijinho. Aproveite todos os momentos.
Obrigada, Eulália. Muito querida! Um abraço
De lia a 20 de Janeiro de 2012 às 09:14
Que bom, está à vista porquê...
Também tenho imensas saudades do meu filhote que só devo rever dentro de 5 meses.
MÃE sofre...
Grande Abraço e o melhor do mundo para vós.
Gostei muito de ver a sua foto no muro da Felicidade!
Querida Lia, obrigada pela partilha e pelas palavras de estímulo. Espero que o seu filho esteja a aproveitar bem esse tempo e a crescer no sentido humano (e não apenas académico ou profissional). Também gosto muito das fotografias do muro da alegria e de ser uma das 138 pessoas que se voluntariaram para este projecto que dá um pequeno-grande contributo para que outros sorriam e ganhem alguma coragem para atravessar estes tempos difíceis. Um abraço!
De Ana a 20 de Janeiro de 2012 às 09:18
Querida Laurinda
Esse retorno "parece" acontecer no momento certo:)
É tão bom estarmos rodeados de quem amamos e nos ama! [
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<BR>Querida Laurinda <BR><BR>Esse retorno "parece" acontecer no momento certo:) <BR>É tão bom estarmos rodeados de quem amamos e nos ama! <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Bj</A> <BR><BR>
Querida Ana, é isso mesmo: a coisa certa no momento certo. Ou melhor, a pessoa certa na altura certa! :) Um abraço enorme.
De ann a 20 de Janeiro de 2012 às 09:38
Ah coisa linda!! ...
...E que belas fotos tirou lá naquela África...Só pelas fotos, já vale a pena o livro!!
Boa lua de mel para a Mamã dele!!
Faz-me sorrir com a sua expressão... se o meu filho lesse estes comentários morria de vergonha. Felizmente ele não vem ao meu blog, coisa que em minha opinião revela um enorme respeito e aquela distância crítica que julgo saudável entre pais e filhos. Tal como eu nunca fui ao Facebook dele, julgo que ele poucas, pouquíssimas vezes terá vindo ao meu blog (e algumas vezes foi porque lhe pedi expressamente para ver qualquer coisa). Obrigada pelas palavras queridas sobre o livro que ele fez com o pai. Um abraço!
De Antonio Brazão a 20 de Janeiro de 2012 às 10:06
Laurinda,
Porque gosto de quem gosta assim de um filho, "ofereço-lhe" como "prenda", um poema e uma musica, que creio serão adequados ao seu pequeno/grande momento de reencont(r)o . Espero que goste de ambos.
Aproveite os tempos mortos para dar os abraços, que não são mais do que extensões da alma e que certamente estarão em falta entre Mãe e Filho!
António.
Poema:
Filhos são do mundo (José Saramago)
Devemos criar os filhos para o mundo. Torná-los autônomos, libertos, até de nossas ordens. A partir de certa idade, só valem conselhos.
Especialistas ensinaram-nos a acreditar que só esta postura torna adulto aquele bebê que um dia levamos na barriga.
E a maioria de nós pais acredita e tenta fazer isso. O que não nos impede de sofrer quando fazem escolhas diferentes daquelas que gostaríamos ou quando eles próprios sofrem pelas escolhas que recomendamos.
Então, filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo!
Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.
Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo!
Então, de quem são nossos filhos? Eu acredito que são de Deus, mas com respeito aos ateus digamos que são deles próprios, donos de suas vidas, porém, um tempo precisaram ser dependentes dos pais para crescerem, biológica, sociológica, psicológica e emocionalmente.
E o meu sentimento, a minha dedicação, o meu investimento? Não deveriam retornar em sorrisos, orgulho, netos e amparo na velhice?
Pensar assim é entender os filhos como nossos e eles, não se esqueçam, são domundo!
Volto para casa ao fim do plantão,início de férias, mais tempo para os fllhos, olho meus pequenos pimpolhos e penso como seria bom se não fossem apenas empréstimo! Mas é. Eles são do mundo. O problema é que meu coração já é deles. Santo anjo do Senhor...
É a mais concreta realidade. Só resta a nós, mães e pais, rezar e aproveitar todos os momentos possíveis ao lado das nossas 'crias', que mesmo sendo 'emprestadas' são a maior parte de nós !!!
"A vida é breve, mas cabe nela muito mais do que somos capazes de viver ".
José Saramago
Musica: (De volta ao meu aconchego/Elba Ramalho)
http://youtu.be/Lyck7UScAlQ
Obrigada, António. Pelo gesto, pela intenção e pela amizade que revela. Permita-me uma dúvida metódica, por assim dizer: conhecendo como conheço a escrita e vocação de Saramago, não creio que este texto seja da autoria dele. Não concorda? Em todo o caso e independentemente desta dúvida, gostei muito. Um abraço e bom fim de semana!
De Fernanda Matias a 23 de Janeiro de 2012 às 10:05
Tem razão laurinda
O António Brazão teve uma óptima intenção, mas esta " escrita " não revela o sentimento de José Saramago. Não podia ser dele.
Um abraço e aproveite bem o tempo com o seu Filho.
Fernanda Matias
De Antonio Brazão a 20 de Janeiro de 2012 às 19:12
Olá!
Por estas e por outras é que prefiro os livros à NET! Provávelmente não é mesmo um texto de Saramago. Seguramente!
(Todavia é um texto bonito e quem o escreveu estava inspirado).
Parabens pelo seu atento "olhar literário".
Abraços e fique feliz!
António.
Mais uma vez obrigada, António. Um abraço feliz :)
De Georgina Matos a 20 de Janeiro de 2012 às 12:36
Laurinda querida,
aproveita ao máximo o Martim e as suas pianadas!...
Beijos.
Querida Georgina, sempre querida e atenta, tu. Que bom viver com esta certeza dos amigos que se reconhecem no essencial e, por isso, atravessam a vida com este sentimento de familiaridade. Um abraço enorme, enorme.
De Joana Freudenthal a 20 de Janeiro de 2012 às 20:57
Bliss...
Bem-aventurados os que esperam... :) Abraço muito querido, com imensas saudades!
De Joana Freudenthal a 22 de Janeiro de 2012 às 02:20
Depois de ler esta tua resposta, o Padre leu na Missa o Evangelho das bem-aventuranças... Foi uma deusidência?
As saudades resolvem-se. Mais ainda porque são recíprocas.
Beijinhos de bom Domingo.
De
João Nuno a 22 de Janeiro de 2012 às 13:10
Querida Laurinda,
muito afastado da net e dos blogues por falta de tempo, aqui fica um abraço com ternura e com a certeza de que a sua alegria é contagiante.
Até 3ªf!
Beijinhos
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