Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012
Sétimo dia

Se eu soubesse tocar piano, hoje tocava este Adagio de Beethoven. Alice Sara Ott tem 23 anos e um talento sem idade. Vale a pena fixar este nome e ouvi-la tocar.

 

 

 

publicado por Laurinda Alves às 00:08
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4 comentários:
De viguilherme a 5 de Janeiro de 2012 às 10:56
NESTE NOVO ANO a musica ,as palavras partilhadas ,os poemas de uma esperança sempre renovada ,a natureza e seu cantar e embalar.... como todos os seres que com ela convivem vão se encontrando e tentando a construção de um mundo a preservar e a melhorar .....dizem que a Fenix ressurge das cinzas ....a sabedoria a esperança .e... e.....também .....
De ann a 5 de Janeiro de 2012 às 13:30
Esta pianista toca-nos com a sua melancolia triste, mas mágica...
De Zeza a 6 de Janeiro de 2012 às 10:58
" Ninguém sabe se a morte que os homens, em seu medo, supõem ser o maior mal não é talvez o maior bem."
Platão

Vamos acreditar que sim. Um abraço.
De ann a 6 de Janeiro de 2012 às 13:46
..."ter medo da morte é, antes de mais, ter medo da vida. (...)
Entregamos, aceitamos, confiamos e agradecemos tudo aquilo que o Universo nos reserva diariamente. (..)
A nossa existência física é apenas uma passagem pela Escola da Vida, mas temos que superar várias etapas e, para isso, como o corpo tem uma existência efémera, temos de encarnar várias vezes, com espíritos e corpos diferentes, para que a alma prossiga a sua evolução espiritual...Se passarmos a ver e a sentir a morte como sendo apenas mais uma renovação da vida, então deixaremos de ter medo da morte e, simultaneamente, do desconhecido.
( ...)
Agora, sei que tudo o que acontece tem sempre uma razão de ser e que nada acontece por acaso, mas muitas vezes só um SER OMNISCIENTE E OMNIPRESENTE consegue compreender que, na verdade, o que se passa nas nossas vidas tem sempre uma justificação para que assim seja.
Nós, como humanos que somos e, consequentemente, seres limitados, não temos o poder para determinar o que está certo ou errado, o que é justo ou injusto, não temos o direito de julgar e temos o dever de confiar nas leis universais da vida. Na verdade, só assim passamos a entender que, afinal, a morte não é mais do que o renovar da existência.
EU DEIXEI DE TER MEDO DA MORTE QUANDO PASSEI A AMAR A VIDA, DEIXEI DE TER MEDO DO DESCONHECIDO QUANDO PASSEI A CONFIAR NA ENERGIA UNIVERSAL - O AMOR."

Diz Isabel Barata.

in UNIDOS NO AMOR CONTRA A INDIFERENÇA

(todos precisamos de ler este livro!!)

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