Quinta-feira, 26 de Maio de 2011
Os jacarandás de Lisboa e a livraria Arquivo, de Leiria

 

O mês dos jacarandás em Lisboa é um poema. Os mantos de pétalas a cobrir ruas e passeios marcam um tempo exaltante mas muito efémero. Ontem fui pela cidade com a Zilda Cardoso, escritora, blogger e minha amiga, ver e fotografar jacarandás. A Zilda mora no Porto e tinha combinado com a Joana Freudenthal darem esta volta por Lisboa. Encontramo-nos as três no CCB ao fim da tarde e lá fomos juntas pelas avenidas do Restelo e ruas de Lisboa à procura das árvores mais floridas.

 

 

 

Acho graça à leveza e alegria da Zilda, a tirar as suas fotografias parada na estrada. Tenho pena que a maior parte dos jacarandás já tenham perdido as flores e estejam menos exuberantes. Na Avenida D.Carlos I, onde as copas das árvores de um lado e de outro se tocam, o espectáculo já não é o mesmo que era na semana passada... 

 

 

Embora umas coisas não tenham nada a ver com as outras, deixo aqui este post sobre a Zilda, os jacarandás e o céu de Lisboa num dia em que vou a Leiria, à livraria Arquivo, onde estarei a partir das 18:30 para falar sobre o livro Ouvir, Falar, Amar. Desta vez e porque o pe Alberto Brito ainda está em Bruxelas, vou sozinha à sessão de conversa e autógrafos.

 

 

 

publicado por Laurinda Alves às 09:51
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6 comentários:
De Marcolino a 26 de Maio de 2011 às 10:51
Olá às duas, Laurinda e Zilda!
Que bom a Zilda esteve por cá e aproveitou ver, e fotografar, os Jacarandás em flôr.
Este ano ainda não fotografei os Jacarandás de Lisboa, nem sei se o farei. Tenho andado muito metido em casa. e quando a vontade de sair chegar, das flores dos Jacarandás só se sabe que floriram carregadinhas de um lindo azulão, cairam, e foram levadas pelo vento e eplos varredores nocturnos. As árvores, essa continuam especadas no cãhão, de braços esticados como que dizendo: Eu existo, de azulão já me vesti, deliciei quem me viu, deixei feliz e curioso quem não conhecia os Jacarandás, e triste quem deixou passar a minha época mais linda, em que sou autentica Noiva vestida de Azulão.
Beijinhos às duas grandes Amigas!
Marcolino
De veramaria a 26 de Maio de 2011 às 16:42
Laurinda, também gosto muito dos jacarandás...O seu tom anil, azulão ou azul-céu... é inexplicável! Talvez seja árvore de paraíso, para tão boa sensação.
Hoje passei na Fnac e vi a 2ª edição do seu livro. Não posso deixar de a felicitar pelas belas e sentidas frases deixadas pelo prof. Sobrinho Simões. Excelente gratificação para quem o escreveu a "2 mãos"...
Abraço.Veramaria
De Joana Freudenthal a 26 de Maio de 2011 às 23:36
Que mimo tão bom eu tive quando vi que também estavas! Belo fim de tarde com surpresas doces!
Claro que os jacarandás têm a ver com livros, com o teu livro!
Primeiro, porque na mesma tarde dos jacarandás recebi o teu livro autografado.
Depois, porque flores rimam sempre com livros.

Obrigada pela companhia e pelos mimos.
Joana
De Laurinda Alves a 27 de Maio de 2011 às 00:44
Obrigada, eu, Joana! ;) Bjs
De Luis a 27 de Maio de 2011 às 10:56
Olá Laurinda
Hà coisas que desaparecem com a idade, há muitas capacidades que se vão, no entantotambem hà coisas que se ganham....para além duma certa certeza da relactividade das coisas, a partir dos 50 anos começa a reparar-se mais na natureza , nas arvores e no seu ciclo de vida.
Almoço quase todos os dias à beira do rio Judeu e vou desenhando. No principio de maio começaram a despontar os primeiros rebentos das arvores e tive ocasião de desenhar a mesma arvore , com um intervalo de 5 dias. Passou um mês e voltei a desenha-la , mas agora já toda vestida e muito viçosa....enfím, banalidades dos tais 50 anos....
Mando-lhe o meu blog ( que já está mais actualizado ) para quando quiser ver esse desenho e outros dos meus felizes almoços à beira do Rio Judeu.
Cptos www.flickr.com/photos/luisnolascolima
Luis
De Isabel Maia Jácome a 27 de Maio de 2011 às 17:49
Os Jacarandás têm também um significado muito forte para mim...
... como a Zilda, de quem tanto gosto e admiro...

...mas hoje foi "o meu dia" em cheio... com a Laurinda em Leiria e aquele momento de partilha tão agradável e que, tenho pena, como já disse, de não ter aproveitado como desejava, para publicamente "dizer" tanto do que sinto e agradeço à Laurinda, por tantos anos de partilha e por tanto que me ajudou numa fase difícil e alargada de vida, através da Xis... através do seu exemplo, da sua luta e perseverança.
Tenho ainda muito para aprender, para reflectir, para crescer... mas à Laurinda o agradecimento especial que um dia, creio, conseguirei dizer em voz bem alta, como um hino que se canta com prazer e alegria.
Obrigada Laurinda, pelo "pedaço" de ontem... por este e todos os outros livros... pela Xis... pela pais e filhos...por tudo o que representa e por tudo aquilo por que continua a lutar por si e pelos outros.
O crescimento contagia!!!!!!!!!
Obrigada!
SEMPRE,
Isabel e Pedro

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