Domingo, 17 de Maio de 2009
Breve pausa na campanha eleitoral

 

Hoje foi dia de descanso, sol, passeios e tempo com tempo.

Amanhã recomeça tudo. Tenho pela frente 3 semanas muito

desafiadoras mas também muito entusiasmantes. Que bom.

 



publicado por Laurinda Alves às 21:51
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7 comentários:
De Marta Martins a 17 de Maio de 2009 às 22:25
Laurinda:
Só desejo que Deus a abençoe pela boa vontade e por essa frescura que parece crescer perante os desafios.
FORÇA!


De Mónica a 17 de Maio de 2009 às 23:37
a foto diz mto...


De isabel mota a 18 de Maio de 2009 às 07:25
Boa. Também é bom parar para recuperar forças para o caminho. Boa sorte. Estaremos aqui contigo.
Um grande beijinho. Isabel Mota


De Augusto Küttner de Magalhães a 18 de Maio de 2009 às 12:20
De facto a fotografia é repousante e ..."sol, passeios e tempo com tempo" Desejo tenha retemperado energias!


De P S BEJu a 18 de Maio de 2009 às 12:28
Miga Laurinda Alves

Inicio, por pedir-lhe desculpa pela forma de tratamento...foi a «definição» mais acertada que pude encontrar (perdoe-me a ousadia) - (a)miga.
Segunda-feira, a semana inicia-se vagarosamente. Coisas para decidir, papéis, adiamento de coisas...
Hoje o dia, pode ser diferente. E neste espaço de tempo, que protelei escrever-lhe (um dia...?), aqui me tem.
Acompanho a sua escrita a algum tempo. As crónicas do Público, os livros, depois a XIS, e as Sextas-feiras no Público. Sabe, quando Eduardo Prado Coelho faleceu, um pedaço de mim também morreu. E agora, que crónicas voltariam a falar da VIDA e DA ARTE...de viver?
Fui bebendo as suas crónicas, na ausência do grande EPC ... (ninguém substitui ninguém, certamente). Há que ser optimista.
Vivo numa ilha, onde tudo acontece sob o efeito de uma planície de papoilas (cor laranja)... Adormecemos, restando-nos o ínfimo paladar da retina, quando regista a beleza da paisagem natural (até quando?). As Sextas-feiras apelam o fim de semana, e a mim cheira-me a Público recheado, que só chega à ilha pelo almoço. Ficava a ver o mar. E sabia que por entre as páginas do jornal, tinha um reencontro com a Vida, lendo o que você escreve.
A última crónica que escreveu, li no Domingo, logo a seguir a ter sido publicada. Os afazeres profissionais, não me deixaram ler mais cedo. Talvez o sucedido tardio da leitura, fora um adiamento de mais um perda. "Estupidamente" chorei, existem dias assim, estamos mais sensíveis, mas instalou-se uma perda. Sei que remetia os leitores, para o seu blog, mas é sempre aquele aspecto do toque, papel-mãos - humano e tecnológico. Andamos muito tecnológicos, e o sentir discorre numa velocidade desumana. Talvez seja um pouco arcaico, mas esse ritual do jornal e de chegar à sua crónica tinha sempre, um cariz de encantamento.
"Há palavras que nos beijam, como se fossem boca"
A poesia do mundo, raramente sabe-se reescrevê-la sob o papel. E desta forma, agradeço ao cosmos a sua existência Laurinda Alves.
Tenho presente, que numa das suas crónicas (talvez na XIS) falava de árvores, e vermelho. Vi nesses apontamentos indícios daquilo que vou criando. Sei que um dia, um dos meus desenhos lhe pertencerão. Sem falsa modéstia...é um gesto salutar. Olho sempre a Arte como uma dádiva. E quando crio, revejo-me sempre por entre o olhar das pessoas que bebem a vida com alma de guerreiros luminosos.
Degustei, alguns apontamentos, daquilo que refere como coisas comuns. As suas viagens ao Porto, o Humano das Coisas e as PESSOAs .
ANISH KAPOOR ... palavras para quê, quando se consegue rever-nos nessas formas e cores....
Talvez, me tenha alongado na escrita, perdoe-me as divagações e alguns lapsos de escrita.

Hoje sou um POUCO mais FELIZ, porque lhe escrevo .

Deixo-lhe um ABRAÇO bem azul, como se fosse pedaço de CÉU.

Eu, Paulo Sérgio BEJu






De sanandinha a 18 de Maio de 2009 às 23:31
Adorei este comentário,
por ser longo e ser sentido!
E sobretudo pela frase muito profunda, mas já conhecida: "Á PALAVRAS QUE NOS BEIJAM, COMO SE FOSSEM BOCA" aqui muito bem dirigida á pessoa em questão: (laurìnda Alves), é o que se sente quando a lemos:

Anabela


De Madalena Munõz a 19 de Maio de 2009 às 18:17
Uau adorei o comentário do Paulo Sérgio. Bravo.

O meu comentário vai para as energias alimentares da Laurinda. Como nutricionista, venho apenas dar-lhe umas sugestões (bem vagas, bem sei, pois de si "nada sei" para a poder aconselhar), para assegurar energia/refeições promotoras de um estado mais alerta.

Não salte refeições, comendo sempre uma fonte de glúcidos (hidratos de carbono, tal como cereais/pão/arroz/massa, fruta, lácteos e leguminosas (grão/feijão), nas 5 refeições. Prefira fazer pequenas refeições.

Há neurotransmissores importantes no nosso cérebro que estão associados a estados mais alertas, tal como a dopamina, que produzem uma maior capacidade de concentração e de reacção. Para este caso são aconselhados alimentos ricos em proteína: peixe, carne, aves, e ovos, mas também as leguminosas, os cereais integrais, e os lacticínios.
É importante evitar os açúcares refinados e de absorção rápida (bolos, chocolates, açúcar, doces em geral), e as gorduras (margarina, natas, natas de soja, manteiga, molhos, fritos, azeite, queijos e carnes gordas, enchidos, chocolate, gelado, etc.) em doses elevadas (atrasam muito a digestão e pode causar sonolência).
Fico-me por aqui... conselhos e dicas há muitas e não quero maçar :)

Um beijinho e CORAGEM!!

Madalena Muñoz
www.madalenamunoz.com


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